Poema publicado na Revista Subversa de Literatura Luso Brasileira com edição de Morgana Rech e Tânia Ardito, no ano de 2016.


O ego é nada mais do que

um aglomerado

de impulsos elétricos

em uma determinada área

do telencéfalo [...]

[...] imensuráveis bytes circulam

nesses tempos, onde nem as sinapses

geradoras de sensações orgânicas

são bem resolvidas;

Assim,

eles não saciam.