Óbvia era a sobriedade de minha irmã. Não haveria outro jeito de endereçar o problema que não fosse aquele. Afinal de contas já passava da hora do rapaz entender, de uma vez por todas, que era um tempo de mudanças. Adulto, capaz de raciocínio e dotado de oposição do polegar, não seria difícil (inicialmente) uma simples aula cozer um efeito cognitivo.

Contudo, como veria o médico essa semana se o drama de minha irmã não pudesse tornar-se realmente um drama. Mentir algum sintoma ou redobrar a salvaguarda preventiva da fisiologia seria uma saída inteligente. Porém não há lógica que dê conta de tamanha coronária. Esperar que todas as nuances de saúde em conjunção estivessem. Que todos os astros medicamentosos louvassem a santa farmacologia seria um pesadelo tiquetaqueado. Não há o porvir, existe o agora.

Era o agora que estremecia minhas convicções.
O maldito agora.
E a lembrança de seu cheiro em clorofórmio.